<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">ANALOGIA</dc:title><dc:identifier>https://mapasconceituais.eca.usp.br/vocab/xml.php?skosTema=17</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Grupo de pesquisa OC</dc:publisher><dcterms:created>2015-05-20 18:15:04</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://mapasconceituais.eca.usp.br:443/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Tesauro OC</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt"><![CDATA[ <p>&Eacute; uma das formas mais corretas de argumento indutivo e, como os demais argumentos indutivos, n&atilde;o se apresenta como um argumento demonstrativamente v&aacute;lido. Constitui o fundamento da maior parte dos nossos racioc&iacute;nios comuns, na qual, a partir de experi&ecirc;ncias passadas, procuramos discernir o que nos reservar&aacute; o futuro. As analogias tamb&eacute;m s&atilde;o usadas descritivamente, (descri&ccedil;&atilde;o por analogia) e esses diferentes usos n&atilde;o devem ser confundidos com os argumentos por analogia. A analogia baseia-se na compara&ccedil;&atilde;o de objetos de duas esp&eacute;cies diversas. Tra&ccedil;ar uma analogia entre duas ou mais entidades &eacute; indicar um ou mais aspectos em que elas s&atilde;o semelhantes. O argumento anal&oacute;gico parte da semelhan&ccedil;a de duas ou mais coisas, em um ou mais aspectos para concluir a semelhan&ccedil;a dessas coisas em algum outro aspecto</p> ]]> </dc:description></metadata>